No céu a lua laranja,
Aqui, eu, meu silêncio,
O prazer de estar sob a penumbra
Junto de um cálice de vinho branco,
Da pena, do tinteiro, da esperança
De deixar neste pedaço de papel
Retalhos da minha solidão!
Entra às estrelas a lua prata
Risca sob as águas meu verso
Espelhado pelo tempo,
Minha palavra vivida no templo
Da dor que teima em dilacerar
Meus ventos do norte,
Meu coração pulsa por ti!
Já alta a lua azul
Clareia meu balcão
Como se tu estivesse ali formosa,
Criando um rodar para cada vinil
Que saúda a madrugada cristalina,
De uma força estranha que te faz
Fada do meu botequim!
No céu a lua se foi,
Aqui, eu, minhas vozes
E um alfabeto de metáforas
Elaboradas pela alma resistente
A este mundo sem sons,
Que te traz em paixão, em prantos,
Em amor, em emoção!
Não há nada de nobre em sermos superiores ao próximo. A verdadeira nobreza consiste em sermos superiores ao que éramos antes. (Autor desconhecido) "Quantos lugares meu Deus, para viajar! Lugares, recordados ou apenas imaginados." [Cecília Meireles]
quarta-feira, 7 de abril de 2010
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