
Na cânfora,
Águas balsâmicas,
D’onde teu corpo banhei
Despindo-o em canduras,
O hidratando em gentilezas!
Sob a fraca luz
Me doei ao divino oráculo,
Sangrando em cantos gregorianos
Oriundos da fruta mordida,
Do cálice embevecido em ternura!
O visionar do peito latente,
Cria uma estrela, uma escrevente letra
Doutrinando lábios em juramento
Tão belo quanto teu colo
Inventado um balé na sofreguidão!
Nos desígnios do amor,
Adentro pela tua dileta geografia
Pecando em silencio, ouvindo do olhar
A nau a bom bordo do êxtase,
O poema aberto ao coração!
(Auber Fioravante Júnior)
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