domingo, 23 de janeiro de 2011

BOM DIA!



(© Nathan de Castro)


Sem nada pra dizer, digo somente
um verso de presente à calmaria
e, ao vento que bulia na poesia,
entrego um canto amigo, de presente.

Sem nada pra dizer, busco a euforia
de um pé-de-vento pouco e tão ausente.
Brisa de rimas tortas... Simplesmente,
marés cheias de letras sem magia.

Sem nada pra dizer... Sofreguidão!
Deixo o silêncio e as luzes de um poema,
tão pouco e tão vazio de emoção.

Quem me comanda é um louco coração
que vive de escreve sobre esse tema,
tão gota, tão antanho e tão paixão!

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Poeminha nada doce Tudo VALE a pena Se a pena não é minha E a propina não é pequena. (Ana Paula Rodrigues)