sábado, 29 de maio de 2010

OBRA DE AMOR!


(Auber Fioravante Júnior)

Do fogo,
Vieste em carruagem dourada
Embriagando em lácteas essências
O verbo comunhão, o celebre agudo
Dos olhos marejados em lamentos!

Raros sonetos,
Grafaram em alvéolos cumplicidade,
Atos romanescos intuindo música,
Imortais codinomes ditos e lidos
No silêncio das faces dentre o condão!

Em mil canduras,
Desabrochei teu colo em purpurina
Ouvindo d’aura teus versos tradutores
Inundados de lírios mágicos
Pintando na pele uma obra de prazer!

Quero a flor violeta por inteiro
Fluindo em lirismo, me seduzindo
A mais um êxtase em teu céu
De velas lançadas ao etéreo,
Ao vínculo dos veios sublimados
Em pérolas de amor!
***Lindo sábado pra você...

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Poeminha nada doce Tudo VALE a pena Se a pena não é minha E a propina não é pequena. (Ana Paula Rodrigues)