
Sejamos como o jardineiro
Que corta os ramos fracos
Que nascem do imbuzeiro
Que cresce no canteiro
Para preparar melhores pratos.
No nosso processo de crescimento
Surgem características perigosas
Que mesmo sob algum sofrimento
Precisam ser cortadas a tempo
Para assim sermos árvores frondosas.
E quando jogamos fora
Os nossos ramos do mal
Apenas o que é virtude aflora,
Então a nossa alma pecadora
Se transforma em roseiral.
E ao nos tornarmos plantas vigorosas
Demonstramos amor pelos descendentes
Que nascerão do pólen das nossas rosas
Porque como conseqüência das podas
Surgirão as mais fortes sementes.
(Eduardo de Paula Barreto )
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